Ataques "Troianos" bancários perfazem 20% do total de ameaças em 2006

Por | 21 de Janeiro de 2007

A utilização de código maliciosos para aceder a dados pessoais dos internautas é uma prática cada vez mais utilizada nos dias que correm. O objectivo destes utilizadores mal intencionados é quase sempre motivado por interesses financeiros.

No ano passado, da totalidade de troianos em circulação na rede, 20 por cento destinavam-se a furtos de dados bancários, o que transforma esta categoria de códigos mal intencionados a mais detectada pelos laboratórios da Panda Software.

Entre as variantes mais utilizadas destacam-se a “famíla Banker” que perfaz 52 por cento dos troianos detectados, seguida da Banbra (39,08 por cento), da Goldun (6,32 por cento), Bancos (2,36 por cento) e com menos de um por cento, a variante Banking.
O troiano Banker.CJA, pertencente à família que mais foi detectada em 2006, impede que os utilizadores acedam ao site bancário legítimo, reencaminhando os clientes para páginas falsas onde é possível furtar os dados pessoais, afirma a empresa de segurança informática.

Na Aldeia mais digital de Portugal – Beijós

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