2 Browsers alternativos/gratuitos e + seguros que o Internet Explorer

Por | 3 de Outubro de 2006
Longe vai o tempo em que o único browser para navegar na net era o Internet Explorer, com o crescimento dos programas de código livre essa escolha aumentou, os novos browsers além de consumirem menos recursos, são mais seguros e têm novas funcionalidades já há muito pedidas á Microsoft. Ambos os navegadores/browsers estão disponiveis em Português de portugal.


O Ópera é o browser que utilizo, Opera é um navegador criado em 1994 pela empresa estatal de telecomunicações da Noruega (Telenor) e foi a primeira alternativa leve para os usuários, ocupando em média 10 Mb no disco rígido, enquanto outros ocupam cerca de 15 Mb (as primeiras versões podiam ser distribuídas numa disquete). É conhecido também por apresentar constantemente novos recursos, sem influenciar o desempenho e com estes transformando-se em numa verdadeira suite voltada para o mundo online.

Diversas inovações dos navegadores seguintes vieram do Opera. É um navegador adaptado para as mais diversas plataformas, desktops, PDA’s e telemóveis

O Opera Web Browser tem todas as características dos navegadores mais modernos e é o pioneiro em algumas das maiores inovações na história dos navegadores:

* Oferece proteção contra spyware, vírus e outras aplicações maliciosas que podem infectar o pc;
* Primeiro browser para a plataforma windows a passar no teste Acid2 de renderização;
* Entre as plataformas windows ficou como o mais rápido browser, ganhando também posição como o vencedor no teste de javascript;
* Bloqueia janelas pop-up. Permite que o utilizador bloqueie todas as janelas pop-ups, ou abra apenas aquelas que tenham sido requisitadas;
* Tabbed browsing / Navegação em abas, na qual os “sites” podem ser abertos numa única janela do programa;
* Motor de busca integrado, podendo adicionar mais “sites” de buscas;
* Opera M2, um Cliente de E-mail avançado;
* RSS, NewsFeed;
* Cliente de IRC;
* Apaga dados privados;
* Suporta Temas para melhorar o visual da navegação;
* Gerenciamento de passwords (conhecido como Wand) que armazena nomes de utilizadores e respectivas passwords às páginas de internet.
* Gestos de cursor (mouse gestures), melhoram a navegação nas páginas com comandos configurados no mouse/rato;
* Zoom das páginas, Remove a visualização de imagens;
* Customização total;
* Widgets;
* Bloqueador de conteudo, exclui propagandas online através de filtros criados;
* Suporta o protocolo BitTorrent;
* Cada site pode ter suas preferências individuais.
* Controle por voz: Recomenda-se ter fluencia na língua inglesa e também requer download de arquivo adicional para activar a função

Mozilla Firefox (inicialmente conhecido como Phoenix e, posteriormente, como Mozilla Firebird) é um navegador livre e multi-plataforma desenvolvido pela Mozilla Foundation com ajuda de centenas de colaboradores.

Antes do lançamento da versão 1.0, em 9 de Novembro de 2004, o Firefox já havia sido aclamado por várias publicações, incluindo a Forbes e o Wall Street Journal. Com mais de 25 milhões de downloads nos primeiros 99 dias após o lançamento, o Firefox tornou-se uma das aplicações em código-livre mais usadas por utilizadores domésticos. A marca de 50 milhões de downloads foi atingida em 29 de abril de 2005, aproximadamente 6 meses após o lançamento da versão 1.0. Em 26 de julho de 2005, o Firefox alcançou os 75 milhões de downloads, e a 19 de outubro de 2005 alcançou os 100 milhões de downloads, antes de completar o primeiro ano da versão 1.0. Em 30 de novembro de 2005 foi lançada a versão 1.5.

Com o Firefox, a intenção da Mozilla Foundation é desenvolver um navegador leve, rápido, intuitivo e altamente extensível. Baseado no componente de navegação da suíte Mozilla (tambem conhecida como Mozilla Seamonkey), o Firefox tornou-se o objetivo principal da Mozilla Foundation (incluindo o cliente de e-mail Thunderbird), antigamente ocupado pela suíte.

O Firefox, atualmente na versão 1.5, inclui bloqueador de janelas pop-up, navegação através de abas (separadores), Favoritos Dinâmicos (Marcadores Activos), suporte aos padrões web, atualização automática, a possibilidade de instalação de extensões, para adicionar recursos, além da possibilidade de escolher entre diversos temas(skins). Embora outros navegadores tenham oferecido algumas destas funções anteriormente, o Firefox se torna cada vez mais popular. A popularidade do Firefox se deve, basicamente, por ser um navegador de código-livre, aos seus vários recursos e por ser considerado seguro.

O Firefox tem-se destacado como uma alternativa ao Microsoft Internet Explorer. Em abril de 2005, estimava-se que a margem de uso do Firefox estivesse por volta de 25%. O Firefox está a reduzir, de forma significativa, o uso do Internet Explorer e reativou a “Guerra dos navegadores”.

O Firefox tem suporte à navegação através de abas/separadores, o que possibilita a abertura de várias páginas em uma única janela do navegador. Esta função foi herdada da suíte Mozilla, que por sua vez, emprestou-a de uma extensão conhecida como MultiZilla [8], a qual foi desenvolvida especialmente para a suíte. O Firefox também está entre os primeiros navegadores a disponibilizar bloqueamento personalizado de janelas pop-up.

O navegador contém várias opções que facilitam a busca por informações. Existe uma função de pesquisa conhecida como “localizar ao digitar”. Caso esta função esteja habilitada, o usuário poderá iniciar a digitação de uma palavra enquanto visualiza a página, e automaticamente o Firefox destaca o primeiro resultado que encontra. Quanto mais se digita, mais a busca é refinada.

Há também um campo de pesquisa embutido, com várias opções de busca já incluídas (na versão em inglês do Firefox), como os sites Google, Yahoo, Amazon.com, Creative Commons, Dictionary.com e eBay. Existem inúmeras opções extras de plugins de busca que podem ser instaladas, uma delas feita para se pesquisar na Wikipédia, que foi desenvolvida através projeto Mycroft [9].

A arquitetura de programação do Firefox é baseada em extensões (extensions). Essa característica é apontada como um dos aspectos que tornam o navegador mais seguro. Em vez de incorporar inúmeros recursos, que podem ser usados por códigos maliciosos, o usuário é quem escolhe o que adicionar, através da seleção das extensões (como plugins). Caso desconfie de que algum desses recursos estejam causando problemas, basta executar o programa no Modo de Segurança, em que todas as extensões são desativadas, e encontrar a solução.

Fonte: Wikipédia

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